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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Curiosidade - Trocaria seu amor por IPad?

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Um em cada dez homens, prefere ter um iPad a uma namorada. Chocante? Você ainda não viu nada.

Na China, pessoas estão trocando seus órgãos pelo tablet, o que lembra uma cena bastante parecida do filme Bruno, em que ele troca um celular por uma criança africana. Mas, e no Ocidente, será que as pessoas iriam tão longe para conseguir um iPad? A resposta parece ser “sim”. Uma pesquisa de opinião feita pelo site britânico roxypalace.com aponta que 11% dos 600 homens entrevistados prefeririam um iPad a uma namorada. E 3% trocariam suas namoradas pelo dispositivo. Absurdo?

Que nada! Veja, a seguir, uma pesquisa que sugere algo pior, ou seja, uma, em cada três pessoas, trocaria sexo por acesso à Internet. Confira:


“O que você trocaria pelo acesso à Internet?” – esta foi a pergunta que o grupo Boston Consulting Group fez a pessoas em todos os países do mundo. Eis alguns resultados americanos espantosos:

• 21% das pessoas trocariam o sexo pelo acesso à Internet. É como dizer: “Desculpe querido, eu prefiro ler o que o Ricardão disse no Twitter”.

• 84% abririam mão do seu GPS. Claro, afinal, basta pedir informações a qualquer pessoa no caminho, não é mesmo?

• 83% diriam adeus ao fast food. Ou seja, maior do que a obsessão por comer porcaria, é a obsessão pela Internet. Não deixa de ser uma coisa boa. Pelo menos ajuda a diminuir os casos de obesidade, câncer, doenças cardíacas, diabetes etc.

• 77% cortariam o chocolate. O que significa que apenas 23% das pessoas são loucas por chocolate o suficiente para desistir da rede mundial.

• 73% nunca mais iriam a um happy hour. Mais um ponto para a web: quase três quartos dos americanos dariam adeus às bebidas alcoólicas, a fim de ter acesso à Internet.

• 43% não fariam mais exercícios físicos. Vale a pena qualquer desculpa para esquecer a academia, né?

• 10% jogariam fora as chaves do carro! Imagine! Ficar a pé para ter Internet?!
Mas essa é definitivamente a pior:


 • 7% das pessoas parariam de tomar banho para ter acesso à Internet. ECA!!!
É inacreditável! As pessoas estão dispostas a trocar até a higiene pessoal pelos seus amigos virtuais (que, com certeza, seriam pouquíssimos, para uma pessoa que não toma banho). Pior do que os americanos, só os ingleses: 17% renunciariam ao banho por um ano inteiro a fim de obter acesso à web. Os resultados são surpreendentes e perturbadores. Com um número crescente de estudos que mostram como a tecnologia está afetando a nossa saúde, bagunçando os nossos padrões de sono e prejudicando a nossa autoestima, não podemos deixar de pensar que está na hora de fazer uma desintoxicação digital.

E, por falar em Internet…
ALERTA GERAL: O FBI, (polícia federal norteamericana), avisa que aproximadamente 300 mil computadores infectados podem ficar sem internet em julho! O sistema de segurança temporário, utilizado para proteger a Internet da ação de hackers, está prestes a expirar. O incidente seria provocado pela expiração de um sistema de segurança temporário, posto em prática pelo FBI, como reação a uma rede de hackers. O órgão federal criou um site especial (www.dcwg.org), que permitirá aos usuários determinar se seus computadores estão entre os infectados pela rede, desmantelada em novembro de 2011.

O FBI calcula que até 568 mil computadores estejam nessa situação e que os fraudadores teriam acumulado US$ 14 milhões relativos a spams que apareciam nos sites. Em novembro a operação Ghost Click, levou à detenção de seis estonianos acusados de fraude. Eles infectaram centenas de milhares de computadores no mundo todo com um código malicioso nomeado DNS Changer, que facilitava a entrada de vírus em computadores pessoais. Segundo o FBI, os hackers utilizaram esse acesso para manipular a publicidade na rede e ganharam até US$ 14 milhões em receitas ilegais com a manobra.

A agência federal calcula que cerca de 350 mil computadores seguem infectados, entre eles 85 mil nos Estados Unidos, onde o vírus chegou até a computadores da NASA. Ao desmantelar a trama, o FBI ativou servidores temporários para evitar a interrupção imediata de muitos dos usuários infectados, a fim de dar tempo para eles limparem seus arquivos. Em 9 de julho, a agência apagará definitivamente esses servidores, motivo pelo qual os usuários de todo o mundo devem comprovar, no novo site, se os seus computadores estão afetados.

Dica de Saúde - Exercício físico e computador podem estimular cérebro de idosos

Estudo indica que atividades melhoram a memória e as funções cognitivas

Uma pesquisa publicada na revista Mayo Clinic Proceedings concluiu que a combinação de atividade física com o uso do computador pode ajudar a reduzir o risco de perda cognitiva relacionada à idade.

O experimento foi realizado por pesquisadores da Clínica Mayo, em Minnesota (EUA), que analisaram mais de 920 pessoas com idades entre 70 e 93 anos.

Os participantes completaram questionários sobre o uso do computador e atividade física em relação ao ano anterior. Com exames e outras análises, os especialistas encontraram sinais de comprometimento cognitivo leve - estágio entre a perda de memória normal e o início de Alzheimer - em quase 38% dos idosos que não se exercitaram e não usaram um computador, em comparação com aqueles que incluíram esses hábitos na rotina.

Segundo os autores, o ideal é praticar exercícios moderados: caminhada, atividade aeróbica, musculação, tênis, ioga, artes marciais, levantamento de peso e utilização de máquinas de exercício.

Eles afirmam que, embora o estudo tenha descoberto uma associação entre exercício combinado e uso do computador e melhora da função da memória, ainda não foi provada uma relação de causa e efeito.

Mais de 40 anos? Largue as desculpas e comece uma atividade física


Se você tem mais de 40 anos e pensa que é tarde para começar a se exercitar, ou, talvez, que seu corpo já está fraco para suportar a carga de exercícios, é hora de repensar o assunto. O fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp, esclarece que a saúde só tem a agradecer quando se começa a praticar um exercício físico, mesmo se você nunca praticou nada.

Raul Santo acrescenta que, nessa fase, são comuns doenças oportunistas e crônico-degenerativas, como hipertensão, diabetes, mau colesterol (LDL) elevado e até mesmo osteoporose - que, ressalta ele, também é consequência de hábitos trazidos pela vida toda, desde a infância. O exercício físico contribuirá com a melhora desses e outros quadros.

Exames necessários


Para começar a praticar uma atividade, é sempre importante procurar um profissional. Esse médico realizará uma avaliação clínica, que declarará se você é apto ou não para o exercício escolhido. O clínico geral realizará testes, como glicemia, hemograma, níveis de colesterol etc.

Depois dessa avaliação, é preciso fazer o chamado teste ergoespirométrico. Ele consiste em um exame realizado em laboratório - em esteira ou bicicleta ergométrica , onde a carga do exercício será gradativamente aumentada. Serão observadas as reações fisiológicas de acordo com a intensidade da atividade, como frequência cardíaca, pressão arterial e consumo de oxigênio, até chegar no consumo máximo de oxigênio que esse indivíduo suportou. Raul Santo explica que esse é o principal parâmetro na hora de definir qual é o limite do treino da pessoa.

Aeróbico ou anaeróbico?


A base dos exercícios, nessa fase da vida, deve ser aeróbica, já que pode ser que o corpo não aguente uma carga mais pesada. "O que determina não é a modalidade, mas a intensidade aplicada em relação à frequência cardíaca", esclarece o fisiologista Raul. Desse modo, uma caminhada leve é um exercício aeróbico - e utiliza o metabolismo aeróbio, ou seja, demanda oxigênio para obter energia -, já uma corrida intensa pode ser considerada anaeróbica - utilizando o metabolismo anaeróbio, processo que não pede oxigênio para a obtenção de energia para a realização do exercício.




A caminhada é uma das mais democráticas. No caso da corrida, as articulações e a coluna devem estar em dia. Já a natação é um treino mais introspectivo, que não exige grandes interações sociais.

Para coletivos, vale prestar atenção em futebol ou vôlei, mas sempre tomando cuidado com as articulações e os possíveis impactos do esporte. Robson de Bem, médico fisiatra da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), também acrescenta nessa lista Pilates, hidroginástica e ioga como boas atividades.

Cuidado com as lesões


Para evitar lesões, é de suma importância respeitar limites do corpo, usar roupas e acessórios corretos, alimentar-se corretamente, não exagerar na carga do exercício e nunca se esquecer de aquecimento e alongamento. Quando esses cuidados não são tomados, é comum que ocorram lesões de articulações e coluna vertebral - e isso se refletirá na qualidade de vida.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mensagem de Reflexão - A vítima da situação

Conheça o perfil daqueles que têm essa característica


Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com


Gerar discórdia e não assumir a culpa e ainda olhar a situação se agravar e não fazer nada; prejudicar alguém e fingir piedade ao falar com outro sobre o assunto só para demonstrar que está chateado; mostrar tristeza para um amigo, ou qualquer pessoa mais próxima, e logo depois vibrar por ter feito acreditá-lo no que disse. Enfim, esse é o perfil das pessoas que costumam se fazer de vítimas diante de uma situação.

“Normalmente, pessoas com esse tipo de postura não conseguem assumir, em hipótese alguma, que fizeram algo que colaborou para que uma situação não acabasse bem; demonstram nunca saber de nada que está acontecendo. Elas não se sentem com a possibilidade de ficar com a consciência pesada e procuram agir naturalmente, de modo que convençam os outros”, comenta a psicóloga Jussara Garrelli Conrado.

De acordo com a especialista, a pessoa que se finge de “coitada” nunca é expansiva, sempre se mostra uma pessoa reservada e introvertida durante as situações que podem se complicar e, para isso, preferem não alarmar nenhuma confusão. “Além disso, sempre que ela causar algum problema, vai demonstrar preocupação e mostrar-se disposta a ajudar o próximo”, alerta.

Uma pessoa que demonstre ser vítima de qualquer situação também mostrará um lado mais leviano. “Por mais que ela demonstre um lado bom e positivo com essa atitude de usar o leva e trás para beneficiar alguém ou algo, esse tipo de pessoa não é muito confiável”, afirma Jussara. Ela ainda completa ressaltando que qualquer pessoa é capaz de distinguir alguém com esse tipo de personalidade. “Repare, preste atenção para ver qual é a intenção das pessoas que se aproximam”, finaliza.

Curiosidade - Primos podem se casar e ter filhos normais?

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Existe muita discussão quanto ao casamento entre primos, mas, mesmo assim, muitos deles se casam. No livro “A Consanguinidade em Contexto”, o médico geneticista Dr. Alan H. Bittles comenta enganos comuns a respeito do casamento entre primos, sob os aspectos legais, culturais, religiosos e médicos.


O casamento entre primos é tabu em grande parte do mundo. Nos Estados Unidos, 31 dos 50 Estados consideram ilegal a união entre primos de primeiro grau ou o permite somente em determinadas circunstâncias. No Brasil, não existe proibição legal. O casamento consanguíneo encontra resistência por parte da igreja católica. Aproximadamente 2% dos casais brasileiros têm esse grau de parentesco.

No Sul da Ásia e no Oriente Médio, por outro lado, 20 a 50% dos casamentos são entre primos de primeiro grau ou parentes ainda mais próximos. Mais de 10% da população mundial estão casados com um primo em segundo grau ou mais próximo, ou têm pais que são primos.

Em exemplos famosos, Charles Darwin (autor da Teoria da Evolução das Espécies) e sua esposa Emma (foto) eram primos em primeiro grau. Os avós de Darwin também eram primos. Culturas onde o casamento entre primos é comum reforçam os seus benefícios sociais e econômicos, tais como o fortalecimento dos laços familiares e a manutenção das riquezas na família. Os opositores desse tipo de união argumentam que o casamento entre primos de primeiro grau aumenta o risco de transmissão de anormalidades genéticas.

Mas, para o Dr. Bittles (foto), 35 anos de pesquisas sobre as consequências biológicas do casamento entre primos levaram-no a acreditar que os riscos foram muito exagerados. Sem dúvida, as crianças cujos pais são parentes próximos têm maior risco de herdar doenças genéticas, mas os riscos de doença e morte precoce são apenas 3 a 4% mais altos do que no resto da população. E os riscos se aplicam principalmente aos casais que são portadores de doenças que normalmente são extremamente raras. “Em mais de 90% dos casamentos entre primos, o risco de ter um filho com uma anomalia genética é o mesmo que para a população em geral”, afirma Bittles. Além disso, diversos estudos a respeito das consequências deste tipo de matrimônio não consideram a influência de fatores não genéticos sobre a saúde infantil, como, por exemplo, o status sócio-econômico, a dieta materna durante a gravidez e infecções.

Algum grau de endogamia (acasalamento entre indivíduos aparentados) foi a norma durante uma grande parte da história da humanidade. Do contrário, como nós nos reproduzimos no começo da humanidade? Os cientistas calculam que os primeiros povos a migrar da África possuíam entre 700 a 10.000 reprodutores. Diante desses números reduzidos e do fato de que tais pessoas estavam dispersas em pequenos grupos e, muitas vezes, casadas dentro da sua tribo, parece inevitável que algum nível de acasalamento entre parentes próximos tenha acontecido.

Uma vantagem do casamento entre parentes biológicos próximos é o fenômeno chamado de “purificação”, no qual genes de doenças são expostos e removidos da sequência genética. Graças a esse fenômeno, o casamento entre parentes no início das populações humanas, manteve a ocorrência de desordens genéticas baixa. Hoje, o casamento entre primos está em ascensão em regiões com grande fluxo de imigrantes vindos de áreas onde a prática é mais comum, como o Norte da África, Oriente Médio, Ásia Central e Meridional. A longo prazo, a redução das famílias e a maior mobilidade em muitas partes do mundo sinalizam que o casamento entre primos deve diminuir,causando mais problemas para a população, no que diz respeito a doenças.

Todos os casais, primos ou não, podem ter filhos afetados por problemas de origem genética. Para aqueles que não são da mesma família, este risco é de cerca de 3%. Se o casal tiver códigos genéticos parecidos e defeituosos, que ocorre mais frequentemente se forem primos em primeiro grau, a chance de ter um filho com uma doença recessiva aumenta para 6% a 8% (50% a mais). Mas isso só se àqueles que não têm histórico familiar de doença genética. Se os primos de primeiro grau já tiverem um filho com doença recessiva, o risco de recorrência aumenta para 25%, ou 1 em 4 por gestação (independente do número de gestações), “Doenças genéticas na família também podem elevar o risco, mas é preciso uma avaliação mais detalhada”, explica a Dra. Fernanda Teresa de Lima, geneticista do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.

É de suma importância para todos os casais, primos ou não, o acompanhamento médico e nutricional no momento em que eles escolhem ter um filho. Várias medidas podem ser tomadas para que se previna a ocorrência de doenças genéticas. “Para casais com o código genético parecido, é interessante que seja feito também um acompanhamento genético com o médico geneticista. Pelo menos de uma a três consultas, para que possamos ter certeza de que não há nenhuma dúvida restante”, explica a Dra. Fernanda. Durante este acompanhamento, será feito o heredograma (a construção da árvore genealógica do casal, que faz um levantamento genético das doenças recessivas na família). Caso não seja encontrado nenhum histórico de doença recessiva na família, a chance de o casal consaguíneo ter um filho com doença recessiva é de 6%. Vale lembrar que hoje, no Brasil, o aborto não é autorizado em nenhum dos casos de doença genética recessiva.

Dica de Saúde - Os 11 mandamentos de Nuno Cobra (Preparador Físico)


1- Durma pelo menos oito horas e tente acordar sem despertador. "Ele é
uma agressão ao organismo"
 
2- Alimente-se a cada três horas, em pequenas quantidades.
 
3- Cheire a comida, pegue as folhas com as mãos e mastigue o mais devagar
possível.
 
4- Exerça alguma atividade física pelo menos três vezes por semana.
Uma hora de caminhada pode ser praticada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, e é suficiente para obter os benefícios do esporte
 
5- Evite ficar nervoso. Em situações de stress, boceje e espreguice-se.
 
6- Dedique pelo menos quinze minutos do dia à meditação.
Escolha um local silencioso, sente-se numa posição confortável e esqueça-se da vida.
 
7- Tome ao menos dois banhos frios por dia. Esse hábito é energizante. (se não fôr capaz, finalize seu duche ou banho com um jacto de água fria ascendente, a começar no pé esquerdo e a terminar na mão direita)
 
8- Nenhum tratamento funciona se não se abandonarem vícios e se não se adquirirem hábitos de higiene de vida.
9- Quando fizer exercícios físicos, concentre-se apenas neles.
Não leia enquanto pedala na bicicleta nem ouça música enquanto corre.
 
10- Preste atenção ao fluxo de ar que entra e sai de seu pulmão e
procure respirar mais profundamente.
 
11 - Faça elogios com mais freqüência. Essa tática funciona como um ímã e faz com que todos queiram estar a seu lado.

Dica de Saúde - Até que ponto o computador é o culpado pelos seus problemas de visão?

Se você está procurando a causa da irritação nos olhos, o suspeito óbvio pode não ser o culpado

Escrito por: Virgilio Centurion


Recentemente, o cofundador do Twitter, Christopher Isaac "Biz" Stone enviou uma mensagem para aqueles que ficam navegando pela "sua rede social" por horas a fio: "Isto não é saudável." Stone diz que as pessoas devem visitar o seu site, que é muito popular, mas não devem dedicar suas vidas a ele.

Além das repercussões sociais negativas de estar sempre à frente da tela do computador, olhando para ela, a afirmação de Stone carrega mais peso: os nossos olhos podem ser prejudicados também.

Alguns especialistas concordam, mas dizem que a tela do computador pode não ser realmente o causador do dano. Embora os computadores não causem efeitos nocivos conhecidos sobre a visão, os usuários de computador, muitas vezes, se queixam de cansaço dos olhos, de dores de cabeça, de fadiga ocular e de dificuldade em focalizar. Esses sintomas, no entanto, não são causados pela tela do computador em si, mas sim pelas condições que cercam a tela do computador.

É preciso prestar atenção na iluminação inapropriada do ambiente onde o computador está localizado, na colocação inadequada dos equipamentos de informática e até mesmo na escolha inapropriada dos móveis que abrigam o computador, o que pode causar os sintomas acima mencionados, depois de olharmos para a tela do computador durante um longo tempo.
Nossos músculos oculares funcionam como qualquer outro músculo do nosso corpo. Quando eles se tornam fatigados, os olhos podem se sentir desconfortáveis, podem surgir dores e a visão pode começar a ficar borrada.

Cansaço muscular


Nossos músculos oculares funcionam como qualquer outro músculo do nosso corpo. Quando eles se tornam fatigados, os olhos podem se sentir desconfortáveis, podem surgir dores e a visão pode começar a ficar borrada.

Mas se a sua profissão exige que você olhe para a tela do computador durante grande parte do dia, existem medidas que podem prevenir a irritação dos olhos. A cada 20 minutos de trabalho, você deve desviar o seu olhar da tela para um objeto a 20 metros de distância por 20 segundos.


O tamanho da tela do computador também é algo muito importante. Telas de LCD podem causar menos fadiga ocular do que as telas mais antigas. E ajustar o tamanho do texto para conseguir mais conforto visual também pode ajudar.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Curiosidade - Os países mais perigosos do mundo

Mundos
Conheça os países capazes de causar os maiores danos ao maior número de pessoas na Terra nos próximos anos.

Venezuela
Hugo Chávez certamente não vai deflagrar uma guerra mundial. Mas, tendo em vista a sua influência maligna ao redor do hemisfério, o seu apoio aos terroristas das FARC e a sua amizade com os governos da Rússia, China e Oriente Médio, fica evidente que a Venezuela e seu coronel ditador são os mais prováveis causadores de danos para muitas vidas na América Latina e no mundo, num futuro próximo.

Iraque e Arábia Saudita
O capítulo final da história atual do Iraque ainda não foi escrito. Saddam Hussein talvez não tenha sido uma ameaça tão grande quanto George Bush afirmava, mas a desintegração do seu país – principalmente no Curdistão – significa uma forte desestabilização na região e cria graves problemas com a Turquia, o Irã e a Rússia. Os sauditas são favoráveis ao terrorismo, o futuro da sua sucessão é negro, eles podem ser um dos primeiros a responder ao programa nuclear do Irã com seu próprio programa e, além de tudo, controlam a OPEP. É claro que o Iraque tem que fazer parte desta lista.


União Europeia
A Europa deveria ser uma garantia de estabilidade para o planeta. Mas, infelizmente, não é. Porque uma União Europeia sem um esquema de política externa válido, sem a capacidade de amparar sua parte do fardo militar, associado a manter o mundo a salvo e, além disso, com um euro instável e com membros em excesso, cria um vazio onde deveria existir a força de que o mundo precisa. Muitas vezes, a ameaça maior vem precisamente daqueles que deveriam se manifestar em favor da estabilidade, mas não o fazem.

Nigéria e Congo
A Nigéria é o maior país da África, um continente que é cada dia mais importante para o planeta, por causa do petróleo e de outros recursos. A África tem um papel relevante no cenário global da energia, mas enfrenta inúmeras ameaças, tanto internamente, quanto de uma vizinhança muito assustadora. O Congo é o local do conflito mais mortal do mundo, na última década, e é o ponto central da divisão regional que faz da instabilidade na África um dos assuntos mais preocupantes para os comandos militares dos Estados Unidos e da Europa.
Israel e Palestina
Todo mundo sabe que esses são dois países explosivos ao extremo, sem nenhuma dúvida. Movimentos hostis de ambos os lados podem desencadear uma instabilidade regional que impactaria os mercados energéticos mundiais. O único motivo para essa ferida infeccionada estar classificada tão baixo na nossa lista é que todos estão tão acostumados com ela que é provável que tenha consequências restritas, mesmo que esquente até ferver por um longo tempo. Afinal, judeus e árabes brigam desde os tempos bíblicos. Se a briga acabar, eles vão ficar entediados, sem nada interessante para fazer…


Irã
Pouca gente ainda duvida que o aiatolá Ali Khamenei – fanático religioso e líder supremo do Irã – e Mahmoud Ahmadinejad, o presidente que não faz nada sem a bênção dele, são completamente loucos. O sonho de ambos é desencadear uma guerra nuclear, começando com um ataque a Israel, que Ahmadinejad jurou varrer da face da Terra. Se o programa nuclear iraniano originar uma corrida armamentista regional, isso pode aumentar em muito a chance de que algum programa nuclear acabe nas mãos de uma instituição não estatal.

Rússia
A Rússia está colocada, em nossa lista, depois do Paquistão porque a probabilidade de que a vontade de fazer parte do sistema mundial acabe suprimindo os impulsos mais perigosos é bem maior na Rússia. A curto prazo, os russos são mais perigosos como incentivadores de desordens regionais e de atritos diplomáticos do que como uma ameaça militar direta para qualquer país longe da sua vizinhança. Morar naquela vizinhança, no entanto, não é nada confortável. Além disso, a imagem mais recente de Vladimir Putin, nu da cintura para cima e montado num cavalo, é de deixar qualquer um preocupado…

Paquistão
O Paquistão mal chega a ser operante nas partes do país onde o governo tem algum controle. Existem partes do país que nunca admitiram a ideia de uma nação paquistanesa. Junte a isso armas nucleares, o impacto na Índia e no Afeganistão, a Al Qaeda e o Talibã e o país que virou símbolo do Islã radical é um lugar com enorme potencial para enfrentamentos explosivos, algo que, sem dúvida, será muito complicado para o mundo, nos próximos tempos.

China
Não é provável que a China seja uma ameaça para os Estados Unidos ou para qualquer país, neste momento ou num futuro próximo. Ela está no segundo lugar da nossa lista, pelo mesmo motivo que o país que ocupa o primeiro lugar (a seguir) está, ou seja, os países mais perigosos são aqueles com maior poder. Eles exibem seus músculos econômicos, políticos e militares e têm maior impacto. No caso da China, o país não tem um papel internacional proporcional ao seu poder e isso vai desequilibrar o sistema. Além disso, os chineses têm conflitos internos que os têm mantido concentrados no interior do país. Alguns destes conflitos, como o preconceito contra os uigures, por exemplo, podem levar a China a uma batalha com o mundo islâmico que poderia se espalhar pela Ásia Central.


Estados Unidos
Sem dúvida alguma, o país mais perigoso, arrogante e agressivo do planeta. Geralmente, acredita-se que os Estados Unidos são uma força para o bem do mundo. No entanto, o país que mais agressivamente atingiu o mundo militarmente, na última década, foram os Estados Unidos. Aliás, os EUA, provavelmente, são a nação do planeta que mais se envolveu em guerras na História, (proporcionalmente aos seus poucos 520 anos de existência), desde a guerra da independência, a da secessão, a guerra hispano-americana, a primeira guerra mundial, a segunda, a guerra da Coreia, a do Vietnã, a guerra do Golfo, a do Afeganistão e talvez outras que a memória não guardou. Além disso, ninguém tem mais poder do que os Estados Unidos. Isso significa que ninguém pode causar mais estragos no mundo.

Dica de Saúde - Inca identifica 19 tipos de câncer que podem estar relacionados ao trabalho

Inca identifica 19 tipos de câncer que podem estar relacionados ao trabalho
"Cabeleireiros e funcionários de salões de beleza: profissão que apresenta alto risco de câncer"

O levantamento Diretrizes de Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, divulgado nesta segunda, 30, pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), identificou 19 tipos de tumores malignos que podem estar relacionados ao trabalho.

Além dos vilões já conhecidos como amianto, radiação solar e agrotóxicos, o estudo inclui 112 substâncias cancerígenas identificadas no ambiente de trabalho, como poeiras de cereal e de madeira. O estudo mostra também que os casos mais comuns da doença relacionada ao trabalho são leucemia, câncer de pulmão, no nariz, de pele, na bexiga, na pleura e na laringe.


Cabeleireiros e funcionários de salões de beleza estão entre as ocupações com alto risco de desenvolvimento de câncer, devido ao contato direto com tinturas, formol e outras químicas.

De acordo com a coordenadora do estudo, Ubirani Otero,o documento serve como alerta para a população, sobretudo, os trabalhadores e para as autoridades, que devem reavaliar as políticas públicas hoje existentes. Ela explicou que a relação câncer e trabalho no Brasil está subdimensionada, o que prejudica o plano de ação de enfrentamento ao câncer.

'É importante que o médico pergunte sobre o tipo de ocupação do paciente com câncer e que as pessoas prestem mais atenção a que tipo de substâncias estão expostos no seu dia a dia e que informem aos seus médicos sobre isso'.

De acordo com o estudo, cerca de 46% dos casos de câncer relacionados ao trabalho não são notificados por falta de mais informação a respeito. Dos 113,8 mil benefícios de auxílio-doença por câncer dados pela Previdência Social, apenas 0,66% estavam registrados como tendo relação ocupacional.

Em países com mais pesquisas sobre o tema e políticas públicas voltadas para o câncer relacionado ao trabalho, como Espanha e Itália, casos de câncer ocupacional variam entre 4% e 6% do total de canceres e na maioria das estimativas dos países industrializados esse tipo de câncer corresponde a uma média de 5% dos casos da doença.

Ainda segundo a pesquisadora, a crescente inserção de mulheres em certos setores do mercado de trabalho, antes exclusivos dos homens, apontam para a necessidade de novas políticas voltadas para a saúde da mulher.

'Hoje há muitas mulheres trabalhando em postos de gasolina, com maior exposição ao benzeno; na construção civil, trabalhando com telhas de amianto, cimento; como mecânicas, ou seja, em várias novas situações de risco'.


Para o o diretor do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Guilherme Franco Netto, a publicação é inédita e mostra o tamanho do desafio para os trabalhadores, gestores do Sistema Único de Saúde, do Ministério do Trabalho, da Previdência no diagnóstico, na prevenção, assistência e vigilância nessa área.

'Esse documento permite que organizemos integradamente [governos e órgãos de saúde]os conjuntos de ações para combater o câncer relacionado ao ambiente de trabalho. Hoje, as medidas são muito pontuais. Além de nos dar suporte técnico, mostra uma dívida [do Estado] com a sociedade, que deve ser prontamente sanada'.

Guilherme Netto lembrou ainda que após o boom industrial da década de 70, somente agora casos de câncer antes incomuns estão aparecendo e que é fundamental diagnosticar esses casos, notificar e prevenir para que novos casos não aconteçam. Segundo ele, os sindicatos têm um papel vital principalmente no processo de prevenção.

'Ninguém do mercado vai apresentar uma lista dos problemas que um empregado pode ter em função de determinado trabalho. O papel do sindicato, por exemplo, é muito importante nesse sentido para alertar os trabalhadores sobre essas substâncias', completou Netto.